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Economia em foco

Mercado Reage à Decisão do Copom e ETF Brasileiro EWZ Registra Queda em Nova York

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Na sequência da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado financeiro reagiu com cautela. A decisão do Copom de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando-a em 10,5%, veio acompanhada de um comunicado que evidenciou uma divisão entre os membros do comitê. Essa divisão se tornou um dos focos de atenção para os investidores na sessão subsequente.

O ETF brasileiro EWZ, que acompanha os recibos de ADRs das empresas brasileiras listadas na bolsa de Nova York, sofreu uma queda de 1,54% no after market, refletindo uma possível tendência de aversão ao risco por parte dos investidores. A queda do EWZ pode ser interpretada como um sinal de incerteza quanto à direção futura da política monetária brasileira, especialmente considerando a menor liquidez do ativo após o fechamento do mercado.

Economistas apontam que as nuances do comunicado do Copom destacam um cenário externo mais volátil e um ambiente fiscal brasileiro incerto. A decisão de reduzir a taxa Selic em um ritmo mais lento do que o anteriormente comunicado sugere uma postura mais conservadora do Banco Central, possivelmente em resposta às incertezas globais e às expectativas de inflação.

A divergência de opiniões entre os membros do Copom, especialmente notável entre os indicados pelo atual governo, introduz um elemento adicional de volatilidade no mercado de juros. A perspectiva de que a diretoria do Banco Central possa adotar uma postura mais flexível ("dovish") no futuro contribui para a expectativa de maior volatilidade nas taxas de juros de longo prazo.

Com a maioria dos diretores do Banco Central prevista para ser indicada pelo presidente Lula em 2025, o mercado está atento aos próximos passos da política monetária e às suas implicações para a economia brasileira.

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