A interdição contou com o acompanhamento do Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) e foi motivada pela insistência do profissional em continuar realizando e divulgando procedimentos de harmonização íntima masculina e feminina - prática considerada invasiva e exclusiva da medicina, conforme estabelece a Lei nº 12.842/2013.
Ler matériaA Justiça do Acre aceitou a denúncia do Ministério Público Estadual (MP-AC) e tornou réu Guilherme Silva da Cruz, acusado de arrastar, agredir e tentar estuprar uma mulher de 46 anos dentro do Horto Florestal em Rio Branco, em janeiro deste ano.
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